Lendas, mitos e superstições são pequenas coisas que criam uma base cultural de um lugar ou região. Lendas urbanas, como a da "loira do banheiro" ou até superstições do tipo em que se deixar o chinelo virado um parente morre, servem muitas vezes para assustar uma pessoa ou até mesmo para ver a importância que damos a alguém.
Não existe nenhum problema em criar lendas, o problema mesmo está no fanatismo da pessoa que pode acreditar.
Um exemplo de fanatismo perigoso aconteceu em 1999, quando todas as pessoas acreditavam que o mundo realmente acabaria em 2000. Hoje estamos no ano de 2012 e se forem ver a quantidade de pessoas que tiraram sua vida, largaram um emprego e fizeram outras coisas sem pensar, devem estar olhando hoje para o passado e tentando entender tudo.
Estamos em um ano de "profecia" e tenho certeza de que muitas pessoas já cometeram loucuras por temer o acontecimento de uma lenda ou profecia.
Para concluir, lendas enriquecem nossa cultura, mas nós não podemos ter fanatismo em algo que não é verdadeiro, senão essa parte da cultura pode se tornar um problema.
Texto produzido nas aulas de Língua Portuguesa, pela aluna Andressa Galvão, do 1º ano do Ensino Médio. A proposta era discorrer sobre o tema: "Como as superstições, lendas e cultura popular podem ser positivas e, ao mesmo tempo, prejudicar os que nela acreditam?"

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